Fonte: ElTiempo

Alguns apostam em esportes e música, outros em eventos ao vivo.

A televisão não está morrendo. Pelo contrário, vive uma era dourada em que cada vez mais audiências veem mais conteúdo.

Embora desconhecido apenas alguns anos atrás, sistemas “live streaming” abrem um horizonte de possibilidades ainda inexploradas. Muitos consideram normal pagar por vídeo on-line. A TV ainda é o rei, mas os telefones e tabletes oferecem opções que não somente brigam entre elas, mas complementam a oferta tradicional.

A ideia do multiscreen oferece possibilidades para eventos culturais ou esportivos, que anteriormente ficavam limitados ao quarto da casa. Neste mar de conteúdo um item chave é saber encontrar a audiência.

Facebook: esporte e música

A empresa do Mark Zuckerberg adicionou partidas ao vivo da liga de futebol mexicano dentro de sua oferta crescente de transmissões esportivas. Através de um acordo com a Univision, eles pretendem transmitir 46 jogos do campeonato. A primeira transmissão feita no sábado passado, foi em Inglês e só esteve disponível nos Estados Unidos.

A maior rede social do mundo também tem redobrado seus esforços para conseguir um acordo geral com a indústria da música, incluindo gravadoras, editoras e associações comerciais. Um acordo poderia definir as regras para vídeos gerados por usuários, que incluam músicas e poderia, de fato, abrir o caminho para que o Facebook obtenha vídeos mais profissionais das gravadoras.

O Facebook e o dono do Instagram, que segue os passos do Snapchat na publicação de "histórias". O desafio é passar de conteúdo gerado pelos usuários a um conteúdo gerado pelos profissionais.

TV Everywhere

Você nem sempre tem que reinventar a roda. O sucesso de emissoras como HBO ou Fox, que já têm serviços exclusivos para a Internet, leva muitos a pensar que as emissoras vão sempre reinar, mas provavelmente habitem nas telas cada vez menores. Isso já acontece, com serviços noticiosos.

Twitter: Eventos, e não programas

Cinco milhões de pessoas assistiram ao vivo na véspera dos Grammy Awards, e um número ainda maior foi por esse meio que assistiu a posse do Donald Trump. Twitter já transmite jogos de futebol americano, mas com resultados mais baixos. Mas o potencial de ligar eventos com os comentários existe e o desafio da rede social é encontrar uma forma eficaz de rentabilizar ela.

YouTube tem a audiência, mas ...

Os números do serviço de vídeo mais popular do mundo são impressionantes, mas ao contrário de plataformas como Netflix ou Amazon, o YouTube tem sido incapaz de agitar o negócio de televisão, simplesmente porque eles não têm conteúdo exclusivo o suficiente, de qualidade profissional. Há rumores de que a empresa trabalha em um sistema de assinatura, e talvez pudesse adquirir algum de seus rivais.

Snapchat está na frente

Enquanto a indústria cópia ela, a Snapchat aposta em uma forma diferente de televisão. As parcerias com a Disney, NBC e Turner lhe-dão à plataforma seriados projetados para o público jovem, com duração de três a cinco minutos por episódio. As casas como CNN, People e National Geographic produzem conteúdo para a sua seção Discover.